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Evangelho do dia

Sexta-feira, 19 de março de 2026

João 7,1-2.10.25-30

Glória a Cristo, imagem do Pai, / a plena verdade nos comunicai!

O homem não vive somente de pão, / mas de toda palavra da boca de Deus (Mt 4,4). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 1Jesus andava percorrendo a Galileia. Evitava andar pela Judeia, porque os judeus procuravam matá-lo. 2Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas. 10Quando seus irmãos já tinham subido, então também ele subiu para a festa, não publicamente, mas sim como que às escondidas. 25Alguns habitantes de Jerusalém disseram então: “Não é este a quem procuram matar? 26Eis que fala em público e nada lhe dizem. Será que, na verdade, as autoridades reconheceram que ele é o Messias? 27Mas este nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é”. 28Em alta voz, Jesus ensinava no templo, dizendo: “Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno. A esse, não o conheceis, 29mas eu o conheço, porque venho da parte dele, e ele foi quem me enviou”. 30Então, queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado a sua hora. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Sucot, em hebraico, significa “cabana” ou “tenda” e é a palavra que dá nome a uma das três principais festas judaicas, com início cinco dias após o Yom Kipur (Dia do perdão) e com duração de sete dias. O objetivo original desta festa era agradecer a Deus pela colheita passada e suplicar a água necessária para os campos, a fecundidade e o bem-estar, daí ser chamada também “festa das colheitas”. As tendas recordam os quarenta anos de êxodo no deserto após a saída do Egito, período no qual o povo judeu não tinha terra própria, eram nômades e viviam em pequenas tendas improvisadas. Durante a festa das tendas, normalmente celebrada em Jerusalém, o povo dorme e faz suas refeições sob as estrelas, em uma cabana.