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Evangelho do dia

Segunda-feira, 03 de Agosto de 2026

Mateus 14,22-36

Aleluia, aleluia, aleluia.

Mestre, tu és o Filho de Deus, és rei de Israel! (Jo 1,49) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Depois que a multidão comera até saciar-se, 22Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. 23Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte para orar a sós. A noite chegou e Jesus continuava ali, sozinho. 24A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. 25Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. 26Quando os discípulos o avistaram andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo. 27Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!” 28Então Pedro lhe disse: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água”. 29E Jesus respondeu: “Vem!” Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. 30Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” 31Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro e lhe disse: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?” 32Assim que subiram na barca, o vento se acalmou. 33Os que estavam na barca prostraram-se diante dele, dizendo: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!” 34Após a travessia, desembarcaram em Genesaré. 35Os habitantes daquele lugar reconheceram Jesus e espalharam a notícia por toda a região. Então levaram a ele todos os doentes; 36e pediam que pudessem, ao menos, tocar a barra de sua veste. E todos os que a tocaram ficaram curados. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Mateus repete na narração de hoje alguns elementos presentes no milagre da tempestade (8,23-27), como o poder sobre as forças da natureza e a decepção diante da falta de fé dos discípulos traduzida no medo. Nas entrelinhas, colhemos em ambas as narrativas o ensinamento de que a vitória do discípulo de Cristo no mundo depende da fé em Jesus Salvador (v. 30; 8,25), fé que exprime o grito de socorro e de confiança naquele que pode salvar. Quando cremos em Jesus Cristo, todo medo se dissipa, as ondas e o vento já não nos preocupam, a serenidade e a paz voltam a reinar.