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Evangelho do dia

Quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026

Marcos 6,1-6

Aleluia, aleluia, aleluia.

Minhas ovelhas escutam minha voz; / eu as conheço e elas me seguem (Jo 10,27). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 1Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam. 2Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: “De onde recebeu ele tudo isso? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres que são realizados por suas mãos? 3Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?” E ficaram escandalizados por causa dele. 4Jesus lhes dizia: “Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares”. 5E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados das redondezas, ensinando. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Marcos descreve o desprezo e a incredulidade dos conterrâneos de Jesus. Na pequena cidade de Nazaré, que na época teria menos de mil habitantes, certamente todos se conheciam e conheciam Jesus, que ali cresceu. Segundo a tradição, após a volta do Egito, quando Jesus tinha cerca de três anos, foi em Nazaré que a Sagrada Família se instalou. Jesus certamente seguiu o pai José no ofício da carpintaria, circulando por toda a vila para realizar os trabalhos com a madeira, muito comuns na época. Talvez por conhecerem tão bem a humanidade de Jesus, eles tenham dificuldade em reconhecer sua divindade. Jesus, que já tinha rompido os laços sanguíneos, indicando que agora tem uma nova família, rompe agora seus laços com a pequena Nazaré, mostrando que sua missão não se limita a determinado espaço e tempo.