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Escritora inhapinhense, Astrid Motta, lança livro nesta sexta-feira (29) no museu Casa do Bentoca, em Inhapim

O lançamento do livro “A Transmissão Intergeracional da Pobreza” de autoria da escritora inhapinhense Astrid Maciel Motta, acontecerá nesta sexta-feira (29), das 18h30 às 21 h, no Museu Casa do Bentoca, em Inhapim.
 
A obra literária fala sobre os aspectos relacionados à pobreza em suas múltiplas dimensões. O estudo parte da compreensão do fenômeno da pobreza e dos mecanismos que a reproduzem para as futuras gerações, na perspectiva de desenvolvimento humano, defendida amplamente pelas Nações Unidas.
 
Astrid Maciel Motta é natural de Inhapim-MG, Doutora e mestra em Políticas Públicas e Formação Humana pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Seu currículo conta com muitas outras formações acadêmicas e experiências profissionais. Segundo Astrid Motta, “a obra é resultado do estudo acadêmico no nível de doutorado e versa sobre o tema pobreza, que embora seja um tema conhecido por todos, nos traz elementos inovadores como o conceito de pobreza multidimensional”.
 
De acordo com a escritora, o livro é de interesse de profissionais de diversas áreas de atuação como educadores, assistentes sociais, sociólogos, advogados e sobretudo formuladores de projetos e programas destinados ao rompimento e erradicação da pobreza.
 
Astrid convida todos os interessados e curiosos a prestigiarem o evento. O livro ficará disponível no Museu e no site www.editoraappris.com.br.
 
Este será o segundo livro lançado por Astrid Motta.
 
29/07/2022

Evangelho do Dia

Quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Mt 18,21-19,1

Naquele tempo, 18,21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.

25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.

29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’

34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19,1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.