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Dono de creche em Manhuaçu é preso suspeito de estuprar criança de 4 anos

Pode ser uma imagem em preto e branco de uma ou mais pessoasUm homem de 36 anos, proprietário de uma creche em Manhuaçu, foi preso nesta quarta-feira (20) suspeito de estupro de vulnerável contra uma criança de 4 anos. O homem foi detido durante a operação Dilúvio, que visa combater o abuso sexual infantil.
 
De acordo com a Polícia Civil, as investigações iniciaram após a mãe da criança formalizar uma denúncia contra o homem. Com a determinação judicial, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, que terminaram na prisão temporária do suspeito.
 
O homem foi levado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Manhuaçu e, posteriormente, será encaminhado para o sistema prisional. A investigação tramita sob sigilo.
A Polícia Civil orienta que, caso haja outras vítimas, elas procurem a Delegacia da Mulher para registro dos fatos. Também pode ser feita uma denúncia pelo Canal Disque Denúncia - 181.
 
Fonte: O Tempo
21/07/2022

Evangelho do Dia

Quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Mt 18,21-19,1

Naquele tempo, 18,21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.

25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.

29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’

34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19,1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.