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Covid: Saúde recomenda vacinar primeiro as crianças imunocomprometidas

Confira audiência pública sobre vacina contra covid-19 para crianças |  Agência BrasilA imunização do público de 3 e 4 anos contra a covid-19 deve começar pelas crianças imunocomprometidas. A orientação é do Ministério da Saúde por meio de nota técnica. Em seguida, o imunizante deve ser destinado às crianças de 4 anos e, depois, para as de 3 anos. 

O intervalo entre a primeira e a segunda dose da CoronaVac - única vacina liberada para essa faixa - deve ser de 28 dias.

O ministério informou que está em contato com o Instituto Butantan e o Consórcio Covax para aquisição do quantitativo necessário de vacinas CoronaVac para atendimento das crianças nessa faixa etária. 

Na nota técnica, o órgão recomenda ainda que os estados façam a gestão das doses disponíveis, de modo a garantir a segunda dose com o intervalo de 28 dias, até que os estoques sejam restabelecidos pelo Ministério da Saúde. Os estados que já tiverem a CoronaVac disponível em seus estoques podem iniciar a vacinação nessas crianças.

A pasta recomenda que, para o público a partir dos 5 anos, seja aplicada a vacina da Pfizer, já aprovada para a faixa-etária de 5 a 11 anos.

 

Agência Brasil

20/07/2022

Evangelho do Dia

Quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Mt 18,21-19,1

Naquele tempo, 18,21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.

25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.

29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’

34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19,1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.