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Mulher faz 'dancinha' no Tik Tok após processar empresa, decisão é revertida e vendedora terá que pagar indenização

Pode ser uma imagem de 3 pessoas e textoNa decisão, o TRT de São Paulo considerou que a postagem foi "desrespeitosa"
 
Um vídeo publicado no Tik Tok anulou um processo trabalhista e reverteu a decisão judicial após uma funcionária ter feito uma ‘dancinha’ comemorando a vitória contra o empregador nas redes sociais. Na postagem, outras duas testemunhas, que foram favoráveis à mulher, também vibram com o resultado e participam do festejo. Agora, a ex-funcionária terá que indenizar a empresa.
 
"Eu e minhas amigas indo processar a empresa tóxica", escreveu na legenda do vídeo, que foi gravado no dia da audiência para o julgamento em 1ª instância.
 
A funcionária, que era vendedora em uma joalheria, ingressou com uma ação trabalhista contra a empresa solicitando o reconhecimento de vínculo empregatício, além de indenização por danos morais após um “tratamento humilhante” dentro da loja em que trabalhava. Apesar disso, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região de São Paulo decidiu que a publicação é “desrespeitosa” e prova que as testemunhas são amigas da ex-funcionária.
 
"Concluiu-se também que a profissional e as testemunhas utilizaram de forma indevida o processo e a Justiça do Trabalho, tratando a instituição como pano de fundo para postagens inadequadas e publicação de dancinha em rede social", alegou o TRT.
 
Condenadas por litigância de má-fé, as mulheres terão que indenizar a empresa processada. Os valores não foram divulgados.
 
"Trata-se de uma atitude jocosa e desnecessária contra a empresa e, ainda, contra a própria Justiça do Trabalho. Demonstra, ainda, que estavam em sintonia sobre o que queriam obter, em clara demonstração de aliança, agindo de forma temerária no processo, estando devidamente configurada a má-fé", pontuou Silvia Almeida Prado Andreoni, desembargadora-relatora da 8ª Turma do TRT da 2ª Região.
 
Itatiaia
19/07/2022

Evangelho do Dia

Quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Mt 18,21-19,1

Naquele tempo, 18,21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.

25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.

29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’

34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19,1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.