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Policial militar mata oito no Paraná, incluindo dois filhos, esposa, mãe, irmão e enteada, e suicida

 
Câmera flagra momento em que adolescente é morto por policial, em Toledo — Foto: Reprodução Um policial militar matou a própria família durante a madrugada desta sexta-feira (15), em Toledo e Céu Azul, cidades do Oeste do Paraná. Após os assassinatos, o homem tirou a própria vida. Entre as vítimas estão dois filhos, a mãe, a esposa e um irmão, além de uma enteada e duas pessoas que estavam na rua.
 
Fabiano Junior Garcia era lotado no 19º Batalhão em Toledo. Segundo o boletim de ocorrência, ele matou inicialmente a mulher, Kassiele Moreira, e a enteada Amanda Mendes Garcia, de 12, na casa onde moram em Toledo (PR).
 
Em seguida, foi até a casa onde a mãe, Irene Garcia, de 78, morava com o irmão Claudiomiro Garcia, de 50, e matou os dois. Na saída, matou aleatoriamente dois jovens que passavam pela rua, Kaio Felipe Siqueira da Silva e Luiz Carlos Becker.
 
Fabiano dirigiu ainda até Céu Azul, a 65 km de distância, e matou os dois filhos mais novos, Miguel Augusto da Silva Garcia, de 4 anos, e Kamili Rafaela da Silva Garcia, de 9.
 
O militar teria então retornado para Toledo e se deparou com uma equipe da PM que prestava atendimentos no local onde ele havia matado a mulher e a filha. Ele então passou em baixa velocidade pelo local e, após estacionar o carro, disparou conta a própria cabeça, segundo os policiais.
 
Equipes de socorro foram acionadas, mas apenas puderam constatar o óbito de Fabiano Garcia, que estava com uma arma de fogo funcional, bem como munições e carregadores, além de uma faca que possivelmente foi utilizada no homicídio da mãe. Ainda segundo informações da polícia, o PM estava em processo de separação e tinha dívidas. Segundo colegas, Garcia era considerado um bom policial.
 
Itatiaia
15/07/2022

Evangelho do Dia

Quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Mt 18,21-19,1

Naquele tempo, 18,21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.

25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.

29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’

34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19,1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.